quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Taxista chinês acorrenta o filho de dois anos a um poste
O pai, de 42 anos, perdeu a filha de quatro anos, ainda desaparecida, no mês passado, razão pela qual terá recorrido a esta medida extrema para salvaguardar o filho mais novo.
"Nem sequer tenho uma fotografia da minha filha para pôr um anúncio, para a procurar. Não posso perder o meu filho também", justificou o pai perante a imprensa chinesa.
Como não são naturais de Pequim, onde agora residem, este pai e a respectiva mulher, deficiente mental e mãe das crianças, não têm direito a inscrever os filhos numa creche do estado chinês.
Assim, o pai tem vindo a acorrentar o menino há já vários dias para poder trabalhar como taxista e sustentar a família com a média de 50 yuans, 5 euros, que ganha por dia.
Os vizinhos já ajudaram a família, doando roupas para ambos os filhos, num gesto de solidaridade para com um pai que, dizem, "cuida bem das crianças".
A impossibilidade de colocarem os filhos nas creches públicas é um problema social que se estende a muitas famílias que fixam residência em Pequim, vindas de outras províncias chinesas.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
FC Start
O texto é um pouco longo, mas garanto-vos que vale a pena ler:
Para a minha estreia no espaço Memória deste portal desportivo decidi homenagear uma das mais heróicas formações da História do futebol, que disputou o seu primeiro jogo há precisamente 66 anos. Uma equipa da antiga União Soviética que, durante a ocupação alemã na II Guerra Mundial, venceu todos os jogos que disputou, sendo que apenas por uma vez a vitória foi alcançada pela margem mínima. Uma equipa constituída por 11 atletas capazes de, literalmente, deixar a vida em campo só para defenderem a dignidade do seu clube e de uma população oprimida. O seu nome era FC Start. E os jogadores que a compunham foram quase todos detidos e fuzilados pelos nazis, pouco depois da sua última vitória em campo.
A ocupação de Kiev
Tudo começou em Setembro de 1941, quando o exército alemão, quebrando o pacto de não agressão assinado dois anos antes por Hitler e Stalin, ocupou vários territórios soviéticos entre eles a cidade de Kiev. Duas consequências da guerra foram a fome e a proibição do futebol. Os jogadores, à semelhança da grande maioria da população, foram feitos prisioneiros ou tornaram-se vagabundos, sobrevivendo como podiam ao frio e à perseguição nazi. Entre eles, Nikolai Trusevich, antigo guarda-redes do Dínamo de Kiev e um dos melhores jogadores da Europa na sua posição. No entanto, num daqueles encontros fortuitos de que a História é pródiga, Trusevich foi abordado por Josef Kordik, um veterano da I Guerra Mundial, fanático pelo Dínamo de Kiev e que, devido à sua origem austríaca e ao facto de falar bem alemão, não era perseguido pelos nazis. Ao encontrar o seu ídolo doente e subnutrido, Kordik, que administrava uma das padarias responsáveis pelo abastecimento da cidade, tratou logo de contratá-lo como seu funcionário. E foi durante uma conversa com Trusevich que Kordik teve a ideia de procurar antigos jogadores que tivessem sobrevivido à ocupação.
A formação do Start
O objectivo de Kordik não era só o de salvar esses atletas da miséria e empregá-los na sua padaria. Aproveitando a série de pequenas concessões que os nazis faziam para dar um aspecto mais normal ao quotidiano da cidade, como a realização de alguns jogos futebol no antigo estádio do Dínamo de Kiev, Kordik tinha o sonho de formar uma equipa. Como a proibição do Dinamo se mantinha, convenceu os alemães a aceitarem a formação de um novo clube, alegando que o desporto seria benéfico para a própria produtividade da padaria. O que ele não revelou foi que o seu clube seria formado por antigos jogadores do Dínamo de Kiev, do Lokomotiv e de clubes rivais do campeonato russo. E foi assim que nasceu o FC Start. E foi assim que, aproveitando os contactos de Kordik, o clube começou a desafiar equipas de soldados inimigos e selecções formadas pelo III Reich.
As primeiras vitórias
O primeiro jogo do FC Start foi disputado a sete de Junho de 1942 contra o Rukh, equipa criada por Georgi Shvetsov, um ex-jogador do Lokomotiv Kiev. Shetsov era um nacionalista ucraniano que se opunha ao regime comunista e que se tornara aliado dos alemães após a invasão. Até então, os jogos disputados no antigo estádio do Dínamo, entretanto rebaptizado de Estádio Ucraniano, não conseguiam cativar o interesse da população local, e o motivo era simples: só os alemães e os seus aliados é que estavam autorizados a jogar. Esta era também a razão pela qual o Rukh era uma equipa incapaz de cair nas boas graças do povo. Shvetsov bem tinha tentado recrutar antigos ídolos do Dínamo e do Lokomotiv para as suas fileiras, mas nenhum dos funcionários da padaria de Kordik aceitou representar o lado dos invasores. Mesmo que isso tivesse significado uma melhoria significativa nas suas condições de vida.
Sem um equipamento adequado, os jogadores do Start apresentaram-se em campo para o seu primeiro jogo com calças cortadas, sapatos e camisas vermelhas que Trusevich encontrara nas ruínas de uma loja. O vermelho, para Trusevich, teria sempre de ser a cor da vitória contra os nazis. O único jogador do Start que tinha chuteiras apropriadas era Makar Goncharenko, que as conservara intactas durante a invasão, convicto de que nem a guerra o impediria de jogar futebol. Mesmo assim, e com seus jogadores em más condições físicas, uma vez que tinham passado a noite anterior a trabalhar na padaria, o Start goleou o Rukh por 7 a 2. Humilhado, Shvetsov fez com que os nazis proibissem o Start de entrar no Estádio Ucraniano, mas nem isso impediu a ascensão do clube. Kordik transferiu a sua equipa para o estádio de Zenit, no centro de Kiev, onde o Start se estreou a 21 de Junho com uma vitória por 6 a 2 contra uma equipa da guarnição húngara, que auxiliava os alemães na ocupação da União Soviética. Três dias depois foi a vez da guarnição romena sofrer 11 golos sem resposta.
Uma popularidade incómoda
No entanto, as coisas só começaram a tomar proporções verdadeiramente inquietantes para o lado dos invasores quando, no dia 17 de Julho, o Start despachou uma equipa do exército alemão, denominada PGS, por 6 a 0. A lenda do Start enquanto equipa imbatível estava lançada e a população de Kiev começou a comparacer em peso aos jogos. E nem o facto de a imprensa local, controlada pelos alemães, menosprezar ou mesmo ignorar as proezas do Start, travou o crescimento galopante da sua popularidade. As vitórias no futebol, tanto hoje como há 66 anos atrás, são a melhor forma de unir um povo, porque a energia, a coragem e a união que se manifestam em campo são transmitidas a quem a elas assiste. Aquilo que os alemães tinham planeado inicialmente como medida de pacificação ameaçava tornar-se num incentivo à revolta.
A 19 de Julho foi a vez da poderosa equipa húngara do MSG Wal falhar a nova missão encomendada pelos nazis para derrotar o Start. Mais uma goleada, desta vez por 5 a 1, a favor dos soviéticos, que voltaram a vencer a mesma equipa no jogo de desforra, uma semana mais tarde, por 3 a 2. Foi a única ocasião em que o Start derrotou um adversário pela diferença mínima. E nem mesmo o preço inflaccionado dos bilhetes, na tentativa de afastar o povo do estádio, impediu que uma multidão comparecesse e exultasse com a vitória dos seus ídolos.
O primeiro encontro com o Flakelf
A dimensão épica da última vitória contra o MSG Wal, com o guardião Trusevich a efectuar uma das suas melhores exibições e a segurar o resultado nos últimos minutos, enfureceu os nazis. Para eles, derrotar o Start dentro de campo estava a tornar-se uma questão de honra. Por isso, foi marcado para 6 de Agosto um jogo entre Start e o Flakelf, a melhor equipa alemã da época e aquela que era utilizada como instrumento de propaganda nazi. O resultado desse jogo? 5 a 1 para o Start. Nova humilhação para a ideologia da raça superior. De Berlim chegou uma ordem para acabar com a vida dos jogadores do Start, única forma possível de evitar novas derrotas alemãs em solo ucraniano. Mas os nazis que ocupavam Kiev não acataram a ordem, por acreditarem que se o fizesse estariam a perpetuar a derrota alemã e a eternizar a lenda do Start. O desporto, para os nazis, deveria ser o reflexo da sociedade. Já o tinha sido nos Jogos Olímpicos de 1936, organizados em Berlim com o propósito de vincar a superioridade da raça ariana. Para os altos comandos nazis em Kiev, a decisão de fuzilar os jogadores do Start teria de esperar até conseguirem uma vitória sobre essa equipa. Decisão marcada para 9 de Agosto, dia em que esperavam que o Flakelf conseguisse vingar a pesada derrota que lhe fora infligida apenas 3 dias antes."
Foi num clima de forte tensão que a partida teve lugar no estádio do Zenit, completamente lotado. Antes do início do jogo, um oficial das SS entrou no balneário do Start apresentando-se como o árbitro da partida e exigindo que os jogadores do clube fizessem a saudação nazi quando cumprimentassem os adversários. Já em campo, equipados com camisola vermelha e calções brancos, os soviéticos levantaram o braço mas, em vez de dizerem “Heil Hitler!”, levaram a mão ao peito e gritaram “Fizculthura”, uma expressão de incentivo à prática desportiva. A equipa alemã, a jogar de camisola branca e calções pretos, marcou o primeiro golo do encontro, aproveitando um momento em que Trusevich tentava recuperar de um pontapé que um adversário lhe dera na cabeça. Até ao fim da primeira parte, no entanto, o Start conseguiu dar a volta ao marcador, com um golo de Kuzmenko e dois de Goncharenko. Durante o descanso, os jogadores soviéticos voltaram a receber visitas de oficiais das SS no balneário e advertências quanto ao destino de cada um, caso insistissem em vencer a partida. Apesar de terem chegado a pensar não voltar para o segundo tempo, os jogadores do Start, ao ouvirem os gritos dos seus compatriotas presentes nas bancadas, decidiram regressar ao campo. E jogar para ganhar. Não só para ganhar, para dar um baile aos adversários o que, nas condições em que se encontravam, significava assinarem a sua sentença de morte. E assim foi. No final do jogo, quando ganhavam por 5 a 3, o avançado Klimenko apareceu isolado à frente do guarda-redes do Flakelf. Depois de fazer uma finta que sentou o alemão no relvado, Klimenko ficou com a baliza deserta à sua mercê mas, em vez de rematar para golo, virou-se para trás e pontapeou a bola para o meio campo. Um gesto de superioridade total em relação ao adversário e que, para o público presente, constituiu um momento único de libertação e um incentivo à resistência.
Depois desse encontro, o Start ainda jogou mais uma partida, a 16 de Agosto, com o Rukh. E voltou a golear o primeiro adversário com quem tinha jogado, desta vez por 8 a 0. Mas o destino dos seus jogadores já estava traçado. Este último jogo tinha servido apenas para fechar o ciclo da efémera e imortal existência da equipa. Depois desse jogo, a padaria onde os jogadores do Start trabalhavam foi invadida. O primeiro a morrer torturado em frente de todos eles foi Kordik. Os restantes foram enviados para o campo de concentração de Siretz. Quatro deles - Kuzmenko, Klimenko, Korotkykh e Trusevich - foram executados com tiros na nuca. O guarda-redes e capitão da equipa, Nokolai Trusevich, morreu vestido com a camisola vermelha do FC Start e, segundo relatos de testemunhas, gritou “o desporto vermelho nunca morrerá” antes de receber a bala. Os restantes jogadores foram torturados até à morte. Goncharenko e Sviridovsky, que não se encontravam na padaria naquele dia fatídico, foram os únicos que escaparam, conseguindo sobreviver, escondidos, até à libertação de Kiev, em Novembro de 1943.
Ainda hoje, os possuidores do bilhete do encontro em que o Start venceu o Flakelf por 5 a 3 têm direito a um lugar no estádio do Dínamo de Kiev. Na proximidade do mesmo existe um monumento que saúda e recorda as façanhas dos jogadores que fizeram do clube uma lenda - na Imagem de Destaque, os 2 sobreviventes do FC Start junto ao seu monumento.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Pitas acéfalas strike again!
Hallo Leute,
como sabem no dia 1 de Setembro o Tom e o Bill comemoram o seu 19º aniversário. Por isso, pensámos em organizar uma concentração de fãs Tokio Hotel, em Abrantes.
Gostávamos muito de poder contar com a presença do maior número possível de fãs para realização de muitas das nossas ideias.
Esta concentração vai realizar-se no centro Histórico da cidade de Abrantes, na Praça Barão da Batalha, entre as 12:00 e as 18:00 horas.
Inscreve-te no mail abaixo apresentado com o teu 1º e último nome e mail e/ou telemóvel
e-mail: fas.th.abrantes@hotmail.com
Programa
12:00 H – Encontro na Praça Barão da Batalha;
13:00 H – Almoço no “Sandes e Sopas”;
14:00 H – Inicio do jogo “Tokio Hotel Quiz”;
14:45 H – Anunciação da equipa vendedora e entrega do prémio;
15:00 H – Cantar os parabéns aos gémeos Kaulitz;
15:15 H – Assinar as telas e a faixa que será mandada para a Alemanha;
16:00 H – Fazer o símbolo humano dos TH;
17:30 H – Troca de recordações (fotografias, vídeos, etc);
18:00 H – Lançamento de balões a dizer Bill, Tom, Georg e Gustav.
Pedimos que tragas t-shirts, bandeiras, cartazes, etc… dos Tokio Hotel.
Para o almoço também é necessário trazer dinheiro.
Mas o mais importante é que tragas imensa vontade de passar um dia “ Tokio divertido”.
Tenta confirmar até dia 25 de Agosto.
http://thabrantes.blogspot.com/2008/08/1-concentrao-de-fs-tokio-hotel.html
sábado, 26 de julho de 2008
"Levas já uma chapada!!"
Olá, amiguinhos. Há muito tempo que não vos escrevia. E não fosse a situação caricata em que eu me meti ontem, também não ia ser hoje.
Cenário do costume: Autocarro lotado. Mas lá no fundo havia um lugarzinho para mim.
A parte estranha é que na fila atrás do lado oposto, estava um homenzinho com os seus 40 e quê anos a, literalmente, foder o corpo à mulher. A parte mais estanha é que ninguém se atrevia chamá-lo à razão. Quer dizer, ninguém menos eu.
"Ó senhor motorista, tire este homem daqui!!"
"Cala-te, tem vergonha! [sapatada na boca] Quando chegares a casa vais levar tantas nessa boca que nem te levantas!"
E lá entro eu em cena: "Você não se sabe comportar? Torne a tocar na mulher que vê já quem é que leva uma chapada na boca!"
"Está mas é caladinho e não te metas!"
"Então torne a fazer a mesma merda que você vê."
E o velho lá amainou e não mais tocou na mulher. Pôs-se lá a resmungar baixinho, mas amainou.
Entretanto, eu tinha-me tornado no super herói dos autocarros. Lia-se nos olhares das pessoas: "Aquele jovem loiro e atraente é mesmo másculo", "Mas que garanhão! - forte e mau, só queria é que ele me possuísse toda..."
Gozava de uma excelente reputação, naquele momento. Até que tocou o meu telemóvel:
"Abram alas para o Noddy... Noddy! No seu carr..."
Arruinei tudo e lá voltei ao meu quotidiano de lingrinhas. Perdi todo o respeito que havia conquistado. Quase se sentia o "bruá" que pairava sob o pensamento dos meus, outrora, admiradores. Foi terrível.
Chegado ao meu destino, eis que lá abandono o autocarro, mas sempre sem tirar os olhos do homenzinho - e vice-versa.
Já comigo lá fora, após o motorista fechar as portas e ter arrancado, o velho lá começa a apontar para mim, de dentro do autocarro, em tom ameaçador e visivelmente irritado, como quem diz: "Só não fiz mais nada porque não quis, que fique bem claro. E se estivesses aqui agora eu dizia-te isto tudo na mesma."
Pronto, um post grandito para matar saudes. Até ao próximo mês.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Rescaldo do St. John, e mais umas coisitas
Começou com a habitual sardinhada à base de hamburguers e só não terminou no IPO porque porque...
Pelo meio, algumas peripécias engraçadas, tais como o forte abanico da ponte D. Luís, um condutor a mandar uma árvore ao chão ou encontrar o Emplastro no metro.
Mas voltando ao primeiro parágrafo, eram umas 7 da matina quando chego ao Hospital S. João e só cerca de hora e meia depois passaria o primeiro autocarro para Gondomar. Conclusão: tinha de se fazer algo para passar o tempo. E, como já mencionado, tentei desolocar-me ao IPO [Instituto Português de Oncologia, para os mais leigos], onde, há umas semanas, me tinha tentado inscrever como voluntário.
Na altura, cheguei lá por volta das 16h30m e foi-me comunicado que a pessoa responsável pelo departamento de voluntariado já se tinha ido embora e que da próxima convinha vir mais cedo. E foi o que fiz. Mas aquilo estava fechado!
E se eu tivesse um cancro às 7 da manhã? Morria logo! É inadmissível o estado em que se encontra a saúde neste país!
Mas pronto, é S. João, ninguem leva a mal.
terça-feira, 24 de junho de 2008
Sorteio liga dos campeões 2008/09
Estão definidos os Potes onde cada equipa portuguesa participante da
Champions League 2008/2009 vai ser sorteada.
E a sorte, ou não, ditou o seguinte:
Pré-Eliminatória da Champions League:
Vitória de Guimarães
Fase de Grupos da Champions League:
FC Porto - Pote 1
Sporting CP - Pote 2
SL Benfica - POTE-QUE-OS-PARIU
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Irra!
Lá vinha eu embora do emprego, e eis que chega a parte mais penosa do dia - ter de andar num autocarro cheio até aos espelhos.
No meio de muitos empurrões, consigo descortinar um lugar vago para me sentar. E logo penso: "... Eia, olha um lugarzinho ali à minha espera, é mesmo isto! ...fdx, tinha de ser logo ao lado uma gorda feia, já não vou.
[Voz da consciência on] André, não sejas assim. A jovem não tem culpa do seu aspecto físico não coadunar com os ideais da sociedade em que vives. [Voz da consciência off].
Porra, tens razão, consciência. Vou-me sentar ao lado dela. Ainda lhe lanço um sorriso e alegro-lhe o dia. Ela não tem culpa.
Assim fiz! E logo me arrependi! Fdx, acho que nunca tinha sentido um cheiro a suor tão nauseabundo.
Puta que pariu, até fiquei com vómitos!
sábado, 31 de maio de 2008
Amy Winehouse no RiR
E assim começou o maior evento musical do ano. Amy Winehouse esteve em grande!
Quer dizer, foi mais ou menos.
Pronto, foi uma merda. Mas ela também não tem culpa que o palco estivesse cheio de fios e cabos. Sem isso tudo, ela não tinha caído. E também não estava drogada nem nada que se pareça, a culpa é foi do jet lag devido à grande diferença horária entre Lisboa e Londres.
Ah, e ela tem razão, devia haver uma casa de banho no palco, estava apertadinha mas não queria deixar os fervorosos fãs nem por uns breves minutos. Após isto, acho que deviam dar já por finalizado o Rock in Rio. Ninguém terá melhor prestação que ela.
Resumindo, Amy Winehouse ftw!
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Voluntariado
Lá fui eu até ao Hospital S. João, cheio de boas intenções, com o intuito de me inscrever como voluntário. Sou um bom samaritano, eu sei.
Ah e tal, vai-se à recepção, recebe-se um ticket para entregar ao segurança e lá chegamos ao destino. Preenche-se o impresso, responde-se a umas perguntinhas de chacha e eis que vem a bomba:
"Isto agora só para o ano é que abrimos vagas para novos voluntários. Lá para Fevereiro são chamados cá e depois, se forem seleccionados, recebem formação e começam em meados de Junho."
Traduzindo, só daqui a 13 meses é que poderei ser voluntário. E depois dizem que há falta de pessoal nos hospitais.
Não me agradou, a modos que tomei a sensata atitude de ir à concorrência. 5 minutos a pé e estou no IPO. Mesmo processo, só que desta vez nem um impresso, nem um esclarecimento, nem um caralho.
"Ah e tal, a senhora responsável por isso costuma estar cá até às 5 da Tarde [eram 4 e pouco] mas por acaso já foi embora. Voltem cá noutro dia."
E é assim. Uma pessoa cheia de boa fé a querer ajudar, e nem isso podemos fazer. 'Tá mal!
Mas nem tudo foi mau, pelo menos descobri uma falha no sistema de visitas. Agora já sei como andar pelo meio dos corredores do Hospital a passear sem ter de prestar cavaco a ninguém. Mas vou guardar o segredo comigo, não levem a mal.
segunda-feira, 26 de maio de 2008
CGD
Só a sigla é mais que suficiente para fazer tremer o mais sereno dos clientes deste banco.
Seja na Areosa, Rio Tinto ou em Fânzeres, o cenário é sempre o mesmo: mil [hipérbole] pessoas à espera para ser atendidas. E, quando os clientes não são assim tantos, prontamente os senhores banqueiros tratam de se ausentar 10 minutos do local de atendimento por cada pessoa que atendem.
É de levar uma pessoa a loucura, mas pelos piores motivos, ao contrário de outras coisas que também nos levam à loucura. Mas isto já sou eu a divagar.
With that in mind, podiam arranjar um espacinho na vossa agenda de manifestações, devido aos constantes aumentos do preço dos combustíveis, e protestávamos um bocadinho contra a Caixa Geral de Depósitos [para os mais leigos que não saibam o que quer dizer CGD].
Como? Sei lá! Podíamos estar um dia inteiro a ir só ao BPI, ou algo do género.
Boa ideia, não é?
domingo, 25 de maio de 2008
Once again
Estou sem inspiração para escrever posts com a comicidade a que vos habituei. Mas desta vez tenho desculpa, deve ser da gripe. Ou façamos de conta que é.
Mas como hoje é Domingo e amanhã será Segunda-feira, é por demais óbvio que eu deveria garatujar qualquer coisa provida da minha habitual genialidade. Mas não, não sai mesmo nada.
Olha, fica aí uma galeria de fotos cheia de gajas boas. Óbvio que não se comparam a um post dos meus, mas é melhor que nada.
Gostaram?
sábado, 24 de maio de 2008
7 defeitos das pessoas preguiçosas
1 - Falta de capacidade para acabar o que começam
domingo, 27 de abril de 2008
domingo, 20 de abril de 2008
Reconstrução de uma conversa de trabalho
(Por uma questão de sigilo, o nome de alguns intervenientes será omitido.)
Eng.º M.: André, vamos fazer isto, assim e assim.
Eu: Se calhar era melhor fazermos desta maneira, é mais fácil e fazia-se mais depressa.
Eng.º M.: Nada a ver, fazes é assim. Ando nisto há muitos anos e sempre fiz assim, não és tu que vais mudar isso.
Sr. G.: André, o M. é um dos melhores do país naquilo que faz, se ele diz que é assim, é porque é.
Eu: Pronto, façamos assim.
(...uns momentos depois, e tendo aquilo ficado mal como o crl...)
Eng.º M.: Bem, se calhar fazíamos assim desta maneira, e tal.
Tanta merda para ficar como eu tinha dito ao início.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Citibank
Será que sou o único que acha que a malta da citibank é toda chata como a merda? (Momento Diogo Beja)
A começar no rapazinho que me pede para preencher uns impressos sempre que passo pelo piso 0 do Park Nascente - diz sempre que são só 2 minutos mas nunca são menos de 5. Já me enganou 3 vezes...
Depois há também as telefonistas - começam por ligar com número visível e, depois de eu arranjar mil e uma desculpas para não poder falar no momento, ou pura e simplesmente não atender as chamadas, ligam com número privado. Volto a atender da primeira vez e depois ando uns tempos sem atender qualquer chamada que não me apareça identificada. Até que me esqueço e volto a atender.
Só numa de poder parar de os aturar, e porque também diziam que não perdia dinheiro nenhum com aquilo, lá decidi avançar e criar uma conta citibank. A mulherzinha deve ter-se sentido orgulhosa, muitas chamadas depois e lá me conseguiu convencer.
Fui dando os dados que faltavam, mais não sei quê coiso e tal, e, passados uns dias, chega a minha casa uma carta da citibank.
Abro a carta e vejo o quê? Que me rejeitaram a abertura conta.
Epá, só pelos papéis, eles tinha lá os meus dados todos. Vencimentos, encargos, habilitações, tipo de sangue, tamanho de pénis... tudo - a merda do telefonema é mais para fazer umas perguntas inúteis e confirmar o que já estava confirmado. E, depois de centenas de vezes, quiçá milhares, a mediarem este coiso, de certeza que quem me pediu para preencher aquilo, e quem se fartou de me telefonar, já sabia que me iam rejeitar a conta. Perdem eles tempo e perco eu tempo, para quê?
E o pior é que da próxima vez que passar em frente ao Jumbo do Park Nascente já sei o que me espera...
domingo, 13 de abril de 2008
Só a mim...
Estou eu a dar os primeiros passos no coiso de fazer desenhos no Autocad e hoje de tarde, pela primeira vez, fiquei com a impressão de que aquilo não ia ficar uma valente merda. Senti bastante orgulho em mim.
Isso até o fdp do computador mostrar aquele irritante ecrã azul com o habitual texto do "Por motivos de segurança... blá blá blá... o windows teve de ser encerrado... béu béu béu... já te fodeste".
Da próxima já não vai sair tão bem, de certeza.
Só a mim...
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Ice Tea de limão Pingo Poce
Mas aquilo chama-se Ice Tea, porquê?
Como é já habitual, estava eu aqui sem muito para fazer, e como é também habitual, lá me decidi por fazer a coisa mais estúpida que me veio à cabeça. Neste caso, analisar os componentes de um pacote de 200ml de Ice Tea de limão Pingo Doce.
Vocês provavelmente devem estar a pensar que isto não é assim tão estúpido, afinal de contas devemos saber bem o que estamos a ingerir. Pois não é, mas é o mais estúpido que eu consigo ser. Desculpem lá se vocês são mais. Mais adiante.
Qual é o meu espanto em ver que mais de metade daquilo é água e que 7,não-sei-quantos% é açúcar.
Sendo que o produto em questão se denomina Ice Tea de limão, é de supor que tenha lá uns pozinhos de chã e umas lasquinhas do referido citrino. Mas em que quantidades?
Será 10%? 5%? 2,436%? Não, nada disso.
Aquilo é Ice Tea de limão com 1% (UM POR CENTO!) de limão. 1%! E se tivermos em conta que de chã aquilo tem uns míseros 0,07% por cento, já não é nada mau.
Agora pergunto eu: aquela merda chama-se Ice Tea de limão, por alma de quem? É estúpido, não é?
Mas até se bebe bem. Recomendo.
E se leste isto tudo até ao fim, elevaste o teu índice cultural a um patamar que nunca pensaste almejar. Estás de parabéns.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Basta!
Não tenho por hábito associar os meus sentimentos ao blog, mas sinto mesmo que preciso de desabafar.
Sim, isto é mesmo para ti.
Sei que foram quase 2 anos que passámos juntos, sei que nunca te conseguirei esquecer, sei que adoro quando me acordas de manhã, sei que sempre fizeste tudo por mim, sei que continuarias eternamente do meu lado se eu assim desejasse, mas não dá mais, basta. Basta!
Não dá mais para continuarmos a viver assim. Já não te consigo dar a mesma atenção, já não sinto que me sejas indispensável, já não sinto aquela incontrolável vontade de olhar para ti, de te agarrar, de te tocar... Verdade seja dita, tu também já mal me ligas, já perdi a contas às vezes que me deixaste a falar sozinho, que me dizes que estás sem forças e precisas de descansar quando eu mais preciso de ti... Basta!
Acabou, telemóvel de merda. Vou trocar-te por um Sharp!
Pronto, já estou mais calmo.
segunda-feira, 31 de março de 2008
Brasileiros estúpidos
Sim, eu sei que tenho alguns leitores do outro lado do Atlântico. Não levem a mal.
Numa prova de exame para qualquer coisa, os alunos tinham elaborar uma redação em que o tema era "A mudança é indubitável, mas progresso é uma questão controversa."
Eis algumas das pérolas:
# As mudanças ocorrem devagarosamente.
# Dificilmente vamos encontrar mudanças ou progressos que são positivamente bons para ambas as partes.
# Desde a priori aos tempos remotos...
# Eu, particularmente, desenvolvi uma cabacidade de raciocínio e argumentação incríveis.
# Como diz o ditado: é duro agradar a pobres e troianos.
# Os próprios seres humanos somos mudanças ambulantes.
# Os aminoácidos foram os primeiros habitantes da terra...
# O macaco é descendente do homem.
# Porém o mundo anda em progresso as grandes maioridades das vezes.
# Os maias, por exemplo, pouco se sabe sobre essa civilização, muitos acreditam que eles chegaram a tal ponto evolutivo que transcenderam. Ou mesmo as civilizações dos cristais que ocuparam o planeta há muito tempo atrás e que obtinham todos os seus poderes dos cristais.
# A TV no entanto é um consumo que devemos consumir para nossa formação, informação e deformação.
E andamos nós a fazer acordos ortográficos com isto...
domingo, 30 de março de 2008
Comentários anónimos de 30-03-2008
Quem foi? O Francisco, alguém do blog do Olhanense, alguma pita do fórum dos Tokyo Hotel ou outra pessoa qualquer?
Acusa-te lá, se faz favor, que eu não bato em ninguém.
Obrigado. De nada.




